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Com acordo parcial, servidores suspendem greve e aulas voltam ao normal

 
A partir desta sexta-feira, 26, a greve dos servidores de apoio à Educação de Paulínia, que incluem os serventes, cozinheiros, ajudantes gerais, monitores e escriturários está suspensa. Isso, porque através de um acordo, a administração da cidade resolveu acatar parcialmente as reivindicações dos trabalhadores.
Segundo o tesoureiro do sindicato, Reginaldo Lopes de Oliveira, os funcionários não reivindicam reajuste salarial, mas querem ser incluídos no Estatuto do Magistério, elaborado atualmente pela prefeitura. Eles ainda pedem redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais, criação do Plano de Cargos e Salários, reajustes dos auxílios alimentação, transporte e saúde e reajuste do valor pago de insalubridade.
No final da tarde de ontem, o sindicato recebeu comunicado da prefeitura com respostas às reivindicações. Segundo Oliveira, no caso das cozinheiras, a prefeitura vai incluir profissionais que trabalham na educação no estatuto do setor, o que evita remanejamento para outras áreas. Também se comprometeu a criar um plano de carreiras para as funções, mas já descartou atender a reivindicação da redução da carga horária. A administração, no entanto, aceitou discutir os reajustes nos auxílios transporte, saúde e alimentação.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal, cerca de 80% dos 1,2 mil empregados da rede municipal estavam paralisados desde quarta-feira (24/11). De acordo com Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Paulínia contesta e afirma que foram 60% e a situação foi pior nesta quinta-feira (25) para as instituições educacionais do município, já que 41 das 56 unidades escolares aderiram à greve, sendo que 23 delas eram creches, nove Escolas Municipais de Educação Infantil (Emei) oito de Ensino Fundamental e uma de Ensino Médio.
A assessoria ainda informou que a Prefeitura de Paulínia não vai descontar dos salários os dois dias em que os funcionários ficaram paralisados.