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Paulínia tem nove candidatos à Prefeitura

Com as convenções partidárias realizadas, já estão confirmadas 09 chapas para a disputa das Eleições Suplementares de Paulínia em 1 de setembro.
As convenções municipais dos partidos para escolha dos candidatos, a prefeito e vice-prefeito, ocorreram entre os dias 25 e 30 de julho; o prazo para registro das candidaturas termina no dia 2 de agosto às 19 horas; a campanha eleitoral começa no sábado (03/08/2019). A data limite para a diplomação do prefeito e vice-prefeito eleitos (em 01 de setembro) está prevista para 4 de outubro próximo.

PSDB – Du Cazellato (prefeito), Sargento Camargo (vice-prefeito)
Com base em uma liminar (decisão precária), em convenção “sub judice”, Du Cazellato foi escolhido candidato a prefeito e o Sargento Camargo foi indicado candidato a vice-prefeito. Pelo apurado, a situação da convenção “sub judice” do PSDB está sendo discutida em 02 (duas) frentes jurídicas, uma através de um Mandado de Segurança (que terá o mérito decidido pelo plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SP), em data a ser ainda designada; e, em outra frente, através de um Recurso Eleitoral interposto pela comissão interventora do PSDB no próprio processo que concedeu a liminar que permitiu a mencionada convenção, que também será julgado pelo TRE/SP, em data a ser marcada. Segundo especialista, a situação da Convenção do PSDB, se foi válida ou não, poderá demorar mais de 12 (doze) meses para se resolver de forma definitiva, pois, a parte eventualmente derrotada no TRE/SP poderá recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ainda, segundo o especialista, se a convenção for considerada inválida pela Justiça Eleitoral, a chapa Du Cazellato/Sargento Camargo deixará, em termos jurídicos, de existir e, por consequência, os votos obtidos por eles serão anulados. Por fim, o especialista, ressaltou que, quanto a liminar que possibilitou a convenção “sub judice” do PSDB, deverá ser, no fim, quando, efetivamente, o mérito ser apreciado, anulada, já que, na ótica dele, neste caso, houve indevida interferência do Poder Judiciário na vida orgânica de um partido político e isso é gravíssimo para a democracia, pois o Du Cazellato foi “escolhido” por um diretório que não existia mais, tanto em termos jurídicos como políticos. Isso, segundo o especialista, de outra forma, já tinha ocorrido na campanha de 2016 quando, ilegalmente, foi concedido pela Justiça Eleitoral de Paulínia registro para o ex-prefeito José Pavan Júnior disputar, naquela época, a segunda reeleição seguida, o que, como é de conhecimento de todos, não é permitido pela legislação. Assim sendo, Du Cazellato e o Sargento Camargo irão disputar a eleição por conta e risco, ou seja, “sub judice”.

PSC – Coronel Furtado (prefeito) e Kielson Prado (vice) (PMB)
A convenção foi marcada por caras novas e outras já conhecidas no cenário político .Coronel Furtado falou muito sobre segurança e que conta com apoio militantes dos partidos e da atual situação da política de Paulínia.

PSL: Capitão Cambuí e Júlio Peluque
domingo pela manhã o PSL escolheu Capitão Cambuí e Júlio Peluque. Cambuí ressaltou que não é político, mas sim gestor, e que se eleito, pretende fazer um governo pautado na ética e na transparência. “A riqueza existe (na Prefeitura), mas lá na ponta da linha ela não está chegando. Nós precisamos de gestão, nós precisamos de coragem para romper com a velha política. Precisamos de coragem para lutar contra o mal.”

PSOL – Marcelo Barros e Rose Abreu (vice)
Durante a convenção, os membros do PSOL decidiram que a chapa não fará coligação. Os candidatos ressaltaram “a importância de contextualizar o histórico de favorecimento das grandes famílias que monopolizaram o poder político da cidade em suas mãos, e o desfavorecimento daqueles que mais precisam da atuação do Estado na execução de políticas públicas”.

PRTB – Angela Duarte (prefeita) Paula Benites (vice).
A candidata disse que “o PRTB preferiu por coerência se pronunciar quando a eleição suplementar virou realidade com a publicação da resolução eleitoral”

MDB – Nani Moura(prefeita) Cícero Brito(vice).

Nani Moura, mulher de Edson Moura, foi escolhida no último domingo pelo partido para disputar as eleições suplementares, marcadas para 1º setembro. A família está afastada do poder desde fevereiro de 2015, quando Edson Moura Júnior teve o seu mandado cassado definitivamente por fraude nas eleições de 2012. Com apenas uma ligeira passagem pela política, quando foi candidata a vereadora em Sumaré e teve votação inexpressiva, Nani surge como uma incógnita, já que ela não tem qualquer laço com a cidade, pois, como apuramos, ela tem domicílio na cidade de Campinas. Sendo que até 2012 ela tinha domicílio eleitoral no município de Sumaré, onde aquela disputou o cargo de vereadora como mencionado acima. Em reuniões que tem realizado por Paulínia, como na Convenção ocorrida no domingo, frente a população, quem se apresenta como candidato, de fato, é o esposo da Nani, no caso, o ex-prefeito inelegível Edson Moura. Já que o ex-prefeito Edson Moura tenta passar para o eleitorado que com a eleição da Nani quem, de fato, irá governar é ele.

PT – Custódio Campos (prefeito) e Jucimara Souza (vice).
Na noite desta segunda-feira, 29, o Partido dos Trabalhadores (PT) de Paulínia confirmou o nome do ex-vereador Custódio Campos como o representante da legenda que disputará o cargo de prefeito na eleição suplementar. O evento contou com a presença de Renato Simões, da direção nacional, o vice-presidente estadual Gilmar Tatto, entre outras personalidades petistas. Todos demonstraram apoio à candidatura de Custódio, que declarou estar preparado para “colocar a cidade nos trilhos novamente”.

DC – Antonio Miguel Ferrari (Loira) Adilson Domingos Censi (Palito) (vice)
O prefeito interino Loira recebeu os correligionários no Hotel Ibis na noite de terça-feira, 30. O encontro reuniu autoridades do seu partido, Democracia Cristã – DC, para anunciar o ex-vereador Palito como seu vice-prefeito na chapa.

PPS Avante – Tuta Bosco (prefeito) e Gustavo Yatecola (PPS Avante)
A realização da eleição suplementar foi determinada pela Justiça Eleitoral depois do julgamento dos recursos do prefeito cassado Dixon Carvalho (PP) e de seu vice Sandro Caprino (PRB) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dois eleitos em setembro deste ano, respectivamente, para os cargos de prefeito e vice-prefeito, irão governar Paulínia até 31 de dezembro de 2020, quando, em 1º de janeiro de 2021, assumem o prefeito, vice e vereadores que deverão ser escolhidos nas eleições regulares de outubro do próximo ano.