No dia 17 de outubro, foi celebrado o Dia Nacional da Vacinação, uma data para reforçar a importância de manter as vacinas de crianças e adolescentes em dia. A vacinação é uma das medidas de saúde pública mais eficazes para prevenir doenças graves e salvar vidas. No entanto, nos últimos anos, temos observado uma preocupante queda nas taxas de imunização.
A vacinação protege não apenas quem recebe a vacina, mas também toda a comunidade, ao impedir a propagação de doenças contagiosas. Doenças como sarampo, poliomielite e rubéola, que já foram praticamente erradicadas no Brasil, correm o risco de ressurgir devido à baixa cobertura vacinal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as vacinas infantis salvam a vida de 4 milhões de crianças a cada ano.
Infelizmente, diversos fatores têm contribuído para a diminuição das taxas de vacinação. A desinformação disseminada pelas redes sociais, o medo de efeitos colaterais e a falsa sensação de segurança, devido à ausência de surtos recentes, são algumas das razões. Além disso, a pandemia de Covid-19 causou interrupções nos serviços de saúde, dificultando o acesso às vacinas.
Não vacinar coloca em risco a saúde das crianças e adolescentes, expondo-os a doenças que podem causar complicações graves e até a morte. É fundamental que pais e responsáveis mantenham a caderneta de vacinação atualizada e sigam o calendário vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde. A vacinação é um ato de amor e responsabilidade, essencial para garantir um futuro saudável para as próximas gerações.
Vacinar é proteger, é cuidar, é salvar vidas.
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André Luís de Oliveira
Pai da Giulia, Coordenador do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos no Paulínia Racing e Conselheiro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
@profandreoliveira






