Início Paulínia Palestra encerra mês de campanha contra o câncer de próstata em Paulínia

Palestra encerra mês de campanha contra o câncer de próstata em Paulínia

A palestra foi dada pelo médico João Alonso, médico-chefe do setor de Urologia, no Centro de Oncologia de Paulínia
A palestra foi dada pelo médico João Alonso, médico-chefe do setor de Urologia, no Centro de Oncologia de Paulínia

Pacientes em tratamento e usuários da rede municipal de saúde de Paulínia participaram, nesta quarta-feira (30), de uma palestra sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. O evento encerrou as comemorações do “Novembro Azul” –mês de luta contra a doença.

A palestra foi dada pelo médico João Alonso, médico-chefe do setor de Urologia, no Centro de Oncologia de Paulínia, onde pacientes fazem tratamento contra diversos tipos de câncer, entre eles o da próstata. Após a palestra, foi oferecido um café da manhã a todos os participantes.
Durante todo o mês de novembro, foram feitas diversas atividades. Entre os dias 21 e 25, por exemplo, foi feito um mutirão de exames para detecção precoce do câncer de próstata. Além do exame de toque, foi colhido amostras de sangue para ajudar no diagnóstico da doença.
No Ambulatório da Saúde do Homem –serviço único e exclusivo no Brasil voltado aos homens –, que funciona dentro do HMP (Hospital Municipal de Paulínia), os atendimentos espontâneos aumentaram cerca de 50%. Nas UBSs (unidades básicas de saúde), o homem também tem atendimento de urologistas.
O ambulatório foi o primeiro no país a instituir atendimento a homens a partir dos 13 anos, que é quando eles recebem alta médica do pediatra e podem passar a ser acompanhados por urologistas em todas as fases da vida, até a morte. O serviço está registrado na Biblioteca Nacional como o primeiro do Brasil.
Para prevenir o câncer de próstata, homens a partir dos 40 anos com histórico na família, ou a partir dos 45, devem fazer o exame anualmente. Quanto mais cedo detectar a doença, mais chances de cura. “Quando detectamos ainda no começo, as chances de cura são de 98%”, afirmou o médico especialista.