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Paulínia registra primeira morte por suspeite de H1N1

GRIPEDepois de fazer vítimas em Campinas e Americana, a gripe H1N1 pode ser a causa da morte de uma criança de 3 anos moradora do bairro Bom Retiro. Internada desde o dia 9, a vítima faleceu na terça-feira, 12, na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Centro Médico de Campinas.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Paulínia a criança tevea Síndrome Respiratória Aguda Grave – que pode ser causada por complicações de qualquer tipo de gripe – e o Instituto Adolfo Lutz investiga se a causa pode ter sido o vírus H1N1, porém não previsão de quando será divulgado o resultado da análise.

Ainda segundo a Administração a criança começou a ter os sintomas no dia 5. No Centro Médico de Campinas recebeu o Tamiflu, porém não resistiu e faleceu.

A vítima era estudante da Creche Ferdinando Viacana do bairro Monte Alegre, porém no período de transmissão da Influenza ele não frequentou a unidade escolar, por isso o prédio não passará por bloqueio.

A Prefeitura informou que a equipe da Vigilância Epidemiológica foi ontem, sexta-feira, 15, na creche para orientar os pais dos demais alunos.

Além da investigação sobre a morte, a Prefeitura confirmou que tem 23 casos suspeitos de H1N1 em Paulínia desde janeiro. No entanto, a maioria deles foi notificada nos últimos dois meses.

Na Região Metropolitana de Campinas já morreram oito possíveis vítimas da gripe H1N1, porém todos casos ainda não foram confirmados.

Em sua página no Facebook a Prefeitura de Paulínia – facebook.com/prefpauliniasp – lançou uma campanha de prevenção e de informações sobre a doença.

A campanha de vacinação na cidade começará dia 30 de janeiro, quando o Ministério da Saúde enviará as vacinas para início da distribuição. O governo estadual desde o dia 4 já vacinou 243 mil pessoas moradores da Grande São Paulo, região tida como prioritária pela Secretaria de Saúde Estadual.