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Petroleiros param refinaria em protesto contra a Reforma da Previdência

Mobilizações tiveram adesão de 100% dos turnos e 90% do administrativo

No Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência e em defesa da democracia e dos direitos trabalhistas, petroleiros deflagraram paralisações de 16 horas na Refinaria de Paulínia (Replan) e na Refinaria de Capuava, em Mauá. Nas duas unidades, as mobilizações tiveram adesão de 100% dos turnos e 90% do administrativo.

As paralisações começaram segunda-feira 19, com o corte de rendição do turno – também não houve a troca do turno da tarde. Seguindo orientação do Sindicato, muitos petroleiros ficaram em casa e a maioria dos que foram para o local de trabalho aderiu ao movimento, permanecendo no piquete na porta da empresa.

O protesto pelo fim da aposentadoria foi reforçado pelos trabalhadores dos terminais da Transpetro de Guarulhos e São Caetano do Sul, que iniciaram o expediente cerca de duas horas mais tarde. Na Usina Termelétrica Luiz Carlos Prestes (UTE LCP), em Três Lagoas (MS), foi suspensa a emissão de PT (Permissão de Trabalho) ao longo do dia.

No final do ano, a base do Unificado aprovou em assembleias, com quase a totalidade dos votos, a pauta contra a Reforma da Previdência, de “seguir as orientações das centrais sindicais”.

 

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