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Moradores do José Paulino se revoltam com resposta da Prefeitura para problema de trânsito

No dia 14 de setembro deste ano uma Kombi perdeu o freio quando descia pela Rua Mato Grosso, sentido Rua Bahia e arrancou um portão de uma casa com a forte batida e quase entrou casa adentro onde estavam cinco pessoas da família

Os moradores do bairro José Paulino Nogueira estão revoltados com o descaso da Prefeitura de Paulínia, por meio da Secretaria de Transportes que se negou a uma solicitação para implantação de mão única de direção na Rua Mato Grosso, sentido bairro/centro. O pedido foi feito através de uma petição pública, assinada por mais de 70 moradores que esperam ver resolvido um problema que há anos atemoriza a população do bairro. 

De acordo com os moradores os motoristas que trafegam pela Rua Mato Grosso (que possui um declive bem acentuado), quase sempre o fazem em alta velocidade e já entraram várias vezes em duas casas localizadas na rua Bahia (a rua Mato Grosso no sentido centro/bairro termina na rua Bahia). O último acidente aconteceu no dia 14 de setembro deste ano quando uma Perua Kombi perdeu o freio quando transitava pela Rua Mato Grosso, sentido Rua Bahia, e arrancou um portão de uma casa com a forte batida e quase entrou casa adentro onde estavam cinco pessoas que moram na residência. Outros acidentes parecidos aconteceram e em um dos casos, um caminhão entrou direto no quintal de uma casa e matou uma pessoa que estava no local.

Após mais esse acidente os moradores protocolaram a petição pública com as 70 assinaturas de um “Abaixo Assinado” na Secretaria de Transportes e nesta semana receberam a resposta assinada pelo secretário Paulo Franco de Campos. “Concluímos que é tecnicamente inviável a implantação mão única de direção na referida via” conta o responsável por protocolar a petição na Prefeitura, Marcio Rosa Santos que não se conforma com o posicionamento da administração.  

A resposta da Prefeitura foi recebida pelos moradores do bairro com muita revolta e indignação. “Acho que vão esperar mais mortes para agirem”, desabafa uma moradora inconformada.