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POLITICAGEM NO CACO

Janeiro/2011 – O Caco é uma entidade com responsabilidade de fazer o social, tão importante quando qualquer secretaria. É um tipo de autarquia que em todas as cidades têm papel fundamental para assistir aos mais necessitados. Por ser tão uma entidade tão séria é que não pode ser confundida com politicagem e justamente por isso deveria estar sob o comando da primeira dama, Lucila Pavan. Mas, o cargo não é remunerado e esse tipo de respeito e consideração pelos mais necessitados não existe em Paulínia, muito embora o Caco seja subordinado ao prefeito e consequentemente à sua esposa, chefe de gabinete.

E o que mais me revolta é usar esse serviço essencial para a população menos favorecida como politicagem. Uma politicagem praticada para prejudicar quem quer que seja, mesmo sendo a população.  É um absurdo deixar de entregar 300 cestas básicas para quem mais precisa como artimanha para desgastar a imagem de outra pessoa. Enquanto se faz essa politicagem, as famílias que precisam das cestas básicas passaram fome.

Sabe o que tudo isso mostra? Mostra que nós temos um prefeito que além de péssimo administrador, é uma pessoa rancorosa, sem escrúpulos, insensível à necessidade do povo. Até porque, a geladeira e a dispensa dele estão bem cheias e ele nunca precisou buscar uma cesta básica para alimentar sua família, não é?

RELEMBRANDO…

SE NÃO FOSSE PAULÍNIA

Dezembro/2011 – A cidade de Paulínia não tem desculpa em dever tanto, em fazer tão pouco pela população. Como é que uma cidade patrocina a maior verba de um evento internacional como o SWU e depois tem a coragem de não pagar seus fornecedores e atrasar o salário de seus funcionários. Vai ver que os salários descontados na greve foram usados até para pagar o SWU. Não é uma vergonha? Enquanto isso, nada dos empregos prometidos. Nada de LG. Nada de casas. Nem remédio tem. Tudo o que esse governo representa é um ralo gigantesco para o onde o dinheiro de Paulínia escorre sem controle. E o prefeito é só mentira e traição.

SEMANÁRIO ABANDONADO

Novembro/2011 – Recebi fotos de blocos do Semanário Oficial do Município jogados e apodrecendo no meio do mato. Sabe com qual dinheiro o Semanário é feito e distribuído? Com o nosso dinheiro! Sabem quem vai apurar? Ninguém! O mesmo dinheiro que serviria para compra de remédios, livros, manutenção de Paulínia, é gasto com o Semanário e precisa ser fiscalizado. E mais, dependendo de quem abandonou esses blocos, é porque alguma informação estava escondendo! Cadê a transparência e respeito com o dinheiro do nosso povo?

O AMOR e A DOR

Outubro/2011 – Há dois caminhos, bem diferentes, pelos quais a vida segue para alcançar sua plenitude: o da dor e o do amor. O do amor constrói, deixa lembranças incríveis, é feliz conscientemente e devota-se exclusivamente e inconsciente aos seus. O da dor é o que causa destruição, cicatrizes e sem dúvida nenhuma, tenta apagar a vida feliz à sua volta. Estes caminhos são bíblicos, inclusive. E certamente, para os paulinenses, fazem lembrar o governo Edson Moura, da Paulínia Cidade Feliz, e o atual, que tenta forçar-nos a um novo caminho, o do descaso, da demolição, das cicatrizes.

REVOLTA COMPARTILHADA

Setembro/2011 – Embora a gente saiba que falta bem pouco tempo para esse desgoverno acabar e que, certamente, nunca mais voltará a enganar o povo, não dá para controlar a revolta que vem à tona diante de situações como a da mãe paulinense que teve negada a manutenção do aparelho de surdez para o seu filho de 10 anos. Enquanto o prefeito gasta milhões de reais do dinheiro público com esses eventos gigantescos, ele tem coragem de negar R$ 18 mil em saúde a uma família paulinense sem condições! Isso porque o aparelho, que custou R$ 80 mil, já foi pago pelo governo do prefeito Edson Moura lá atrás. É muito revoltante ver esta mulher, que mora na cidade praticamente desde sua emancipação, passando por tanto sofrimento desnecessário. Neste, como em muitos casos que temos visto acontecer em Paulínia, não existe explicação para justificar essa postura egoísta e tirana!

POR FALAR EM NORMAL

Agosto/2011 – Está cada vez mais comum vermos Paulínia ser abordada como cidade dos escândalos políticos na televisão. Numa semana tem greve dos servidores, na outra tem estudantes transferidos para prédios sem as mínimas condições de aula, depois tem idosos esperando horas na fila do hospital, crianças comendo a merenda no chão por falta de refeitório, esgoto contaminado escorrendo pelo chão do hospital. Onde tudo isso vai parar? Aliás, isso vai parar? Quando? Porque não tem mais condições de achar que viver assim é normal.

FILHO PRÓDIGO

Julho/2011 – Indiferente das definições judiciais sobre a greve dos servidores municipais, o prefeito não estaria infringindo a lei se pagasse os salários dos quase 1,8 mil servidores que encamparam uma luta pelo direito de todos os mais de 5,5 mil funcionários. Afinal, se o reajuste saísse seria para todo mundo e não só pra quem teve coragem de ir contra o manda-chuva! Mas, a vaidade, o orgulho, a mesquinharia e o sentimento de punição – sentimentos que vão contra o sentido da coisa pública – não deixa que o coronel reveja os conceitos e estenda às mãos aos seus. É uma pena, ou então, uma dica de como devolver dignidade à milhares de famílias paulinenses em necessidade! Aceite como quiser!!!

ESTARDALHAÇO

Junho/2011 – Quantas casas das seis mil que o prefeito prometeu entregar poderiam ser feitas numa área de R$ 3 milhões que ele quer doar? O Pavan fez um estardalhaço para dizer que conseguiu que a Caixa construa algumas casas que serão entregues com carnê para o resto da vida das pessoas, fez outro estardalhaço quando doou as terras para a LG, mas queria aprovar na surdina a doação para uma empresa que a gente nem sabe o que faz.

APOIO VOLUNTÁRIO

Maio/2011 – Por me arrepender do voto que dei a Pavan na eleição passada é que quero vê-lo fora da Prefeitura de Paulínia! Sou um voluntário da sociedade paulinense. Assim como é voluntário o meu cargo de presidente na Acip. Lá, a gente não tem salário não e muitas vezes ainda tem de por a mão no bolso para fazer as coisas acontecerem. Aliás, vale lembrar que quando entrei na Associação Comercial, uma das primeiras coisas que fiz foi mudar o estatuto, dizendo que ninguém poderia conciliar seu trabalho lá com cargo político de qualquer espécie. E foi assim que eu perdi meu vice-presidente, agora diretor do governo Pavan com um bom salário à sua disposição!

VIDA CURTA

Abril/2011 – Deve ser essa ansiedade para inventar festas e essa desconsideração pelo atendimento à população que o Pavan atrasa tanto a entrega da reforma e ampliação do Lar dos Idosos que o Edson Moura começou lá atrás. Quando eu penso no carinho que a Regina, esposa do Edson, tinha com o pessoal da terceira idade, dá até dor no peito só de pensar em como foi para ela ouvir a declaração da secretária de saúde (de que os idosos vão lá para morrer). Mas, infelizmente, aquilo que o Pavan fez com R$ 10 milhões do orçamento público não tem nada a ver com um Lar. Felizmente, esse tipo de governo tem vida curta.