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São José II já conta com serviços de entrega de correspondências

 

A Direção Regional dos Correios no Interior do Estado encaminhou recentemente ofício ao presidente da Câmara Municipal, vereador Marquinhos Fiorella (PP) informando que a empresa vem realizando, desde maio, a distribuição domiciliar de correspondências no São José II. 
Em março último, a vereadora Siméia Zanon (PSDC) apresentou requerimento, aprovado por unanimidade, numa das sessões do Legislativo, solicitando à empresa a inclusão do São José II também na rota de distribuição de correspondências pelos carteiros. Na ocasião, ao justificar o pedido, a vereadora assinalou que, embora já apresentasse “um significativo número de moradores”, o bairro ainda não dispunha do serviço, o que trazia um grande incômodo à população local.
Recomendações
Ainda no ofício encaminhado à Câmara Municipal, o gerente operacional de Cartas, Samuel Bossa faz uma série de recomendações para que os moradores do São José II colaborem para a regularidade do serviço de entrega de correspondências no bairro, visando facilitar a identificação dos endereços e também resguardar a integridade física dos carteiros.
As recomendações apontadas pelo gerente operacional aos moradores são as seguintes: atualizar o endereço junto aos remetentes; instalar identificação numérica do imóvel em local visível, instalar também caixa receptora de correspondência (atendendo as especificações necessárias); manter o portão sempre fechado; quando necessário atender o carteiro para assinar qualquer documento mantendo o cuidado de não deixar o cão escapar; vacinar os animais anualmente contra todas as doenças, inclusive a raiva; colocar aviso na casa de “cuidado com o cão); usar guias e coleiras quando for passear com o cão e não permitir que fique solto nas ruas.
A caixa receptora de correspondência deve ser colocada junto ao portão, grade ou muro da residência. O local deve ser cuidadosamente escolhido para evitar que o carteiro tenha que entrar no jardim, quintal, garagem ou precise colocar a mão ou o braço dentro de alguma área da casa, correndo assim o risco de ser atacado por algum animal doméstico. As residências que já possuem a caixa, caso não atendam esses requisitos, devem ser readequadas nesse sentido.