Com objetivo de expandir o atendimento e ficar mais próximo do trabalhador, o Sindicato dos Empregados em Empresas de Transportes Rodoviários e Anexos de Campinas e Região, com sede em Campinas, inaugurou, sábado, 12 de junho, a sub sede de Paulínia, na Rua Artemes Secomandi, 27, no Jardim Fortaleza. A nova sub sede já começou sua atuação realizando uma assembleia de motoristas e cobradores com vista na campanha salarial de 2010 da empresas de fretamento. De acordo com o presidente da entidade, Matusalém de Lima, a campanha deste ano tem por meta a equiparação salarial do trabalhador em Paulínia com os da cidade de Campinas. “ As duas cidades são próximas e o custo de vida em ambas é equivalente. Não tem sentido o trabalhador em Paulínia receber salário e benefícios inferiores aos companheiros da cidade vizinha.”-concluiu o sindicalista.
Além das luta por conquistas salariais dos rodoviários, a sub sede oferecerá ao trabalhador as mesmas facilidades e apoio da sede em Campinas, como salão de cabeleireiro, assistência jurídica e plantão judiciário, assistência a homologações e ás rescisões , acesso ao clube de campo e colônia de férias, entre outros.
Greve
O transporte de passageiros das empresas Passaredo e Projeto Canarinho poderá sofrer paralisação em Paulínia, pela greve de motoristas e cobradores dessas empresas. Em Assembleia na sub sede do sindicato dos Rodoviários, os trabalhadores reivindicam nove por cento de reajuste salarial, melhoria no plano de saúde e na cesta básica, maior participação nos lucros e plano de carreira para cobradores que queiram se tornar motorista. Se não houver um acordo na reunião do sindicato com as empresas de transportes, na próxima quinta feira, 17, a greve pode ser deflagrada na próxima semana. De acordo com o diretor Izael Soares de Almeida, que responde pela sub sede de Paulínia, o Edital de Greve, que regulamenta as negociações de acordos coletivos entre trabalhadores e patrões, já foi protocolado na Justiça do Trabalho. “ O sindicato quer esgotar todas as possibilidades de negociação — garantiu Izael Almeida –, mas se não houver uma proposta satisfatória dos patrões, estamos preparados para utilizar o último recorso, a greve, um instrumento legal dos trabalhadores. Queremos negociar e conseguir uma melhor situação para todos, Na época das vacas magras os trabalhadores da Passaredo e Projeto Canarinho aceitaram um retrocesso em seus vencimentos para contribuir com os patrões. Agora que a situação está equilibrada e a categoria quer recuperar sua parte do sacrifício.”
A assembléia de hoje (14/06) foi a primeira ação ocorrida na sub sede de Paulínia







